O SideQuest tem como objectivo escrever sobre videojogos de uma forma diferente da habitual. Não pretendemos ser um site de notícias e de análises breves. Privilegiamos a critica construtiva e analítica, os artigos de opinião ou a relação dos videojogos com outras indústrias e formas culturais. Damos importância aos pequenos detalhes e tratamos de igual forma todos os videojogos, quer sejam de grandes estúdios ou aquele título mais indie e desconhecido.

Quem Somos


Gonçalo Cardoso – Descobriu os videojogos através do Game Boy mas foi com a PlayStation 2 que percebeu a importância desta arte. Enorme fã de RPGs e jogos de plataformas, acha que o Final Fantasy X é a perfeição em formato jogável. Tem uma tese de mestrado sobre jornalismo de videojogos e vários anos a escrever sobre esta temática, tendo dado os seus primeiros passos na Revista Pushstart.


Alexandre Antunes – Começou a jogar num ZX Spectrum tendo mais tarde evoluído para um PC 386, sendo que o Wolfenstein 3D foi um dos primeiros jogos que completou. Fã de RPGs, First Person Shooters e jogos Third Person, joga na sua PS4, PC ou Nintendo Switch. Tendo desde sempre uma paixão por videojogos, não imagina a sua vida sem jogar. Knights of the Old Republic é o jogo que mais o marcou.


Rui Martins – Começou a jogar ainda os jogos se carregavam a partir de uma cassete de fita magnética. Tornou-se hardcore gamer no 486, uma máquina tão potente como um telemóvel da década passada, passou pela Nintendo e hoje joga, sobretudo, na PS4. Completamente viciado em FIFA, é também fã incondicional de RPGs e Jogos de Estratégia. Junta, aos videojogos, a paixão pelos jogos de tabuleiro, sendo um gamer tanto digital como analógico.


Carlos Garcia – Nasceu num dos melhores anos para nascer, 1980, e cresceu com um enorme desejo de poder jogar nas máquinas de jogos que via sempre que passeava com os seus pais na Baixa de Faro. Cumpriu esse desejo no dia em que finalmente fez 16 anos e pode legalmente entrar em salões de jogos. Infelizmente também descobriu que jogar custava dinheiro e por isso resolveu estudar mais um bocado. Hoje é publicitário e feliz proprietário de uma Super Nintendo. O seu jogo favorito ainda é o Street Fighter II. Podem encontrá-lo online (geralmente depois das 23h) a fazer os possíveis por não ser completamente péssimo em jogos como Dragon Ball FighterZ, Apex Legends, Dauntless, entre uma série de outros que adorava ter tempo para jogar mas não tem.


Núrya Inocentes – Com 5 anos meteu as mãos numa cópia de Tomb Raider II e a partir daí o encanto pelos videojogos só aumentou. Joga maioritariamente RPGs, acção/aventura e terror, tendo um carinho especial por jogos “Choose your own Adventure”. Fangirl da Sony, mas quando ninguém está a ver ainda joga no computador e na Nintendo 3DS.


Mauro Agostinho – O meu primeiro contacto com os videojogos aconteceu por altura do meu 8º aniversário, quando recebi de prenda uma SEGA Mega Drive, ficando “agarrado” a jogos como “The Revenge of Shinobi” ou “Streets of Rage 3“. Anos mais tarde, tive a possibilidade de experimentar a primeira PlayStation, juntamente com o original “Spyro the Dragon”, jogando a todas as consolas da Sony desde essa altura (caseiras e portáteis). Nenhum jogo, até hoje, me marcou mais do que o Final Fantasy X, mas creio que o que mais horas joguei foi o PES 5, também na PS2. Adoro jogos de ação na 3ª pessoa, visual novels e RPG’s no geral (para indicar alguns géneros), mas tenho um fraquinho particular por turn-based JRPG.


Rodrigo Agostinho – Defensor da paz entre as consolas e não da guerra entre elas, começou com uns toques na Mega Drive, depois passou para a velhinha PS One e, seguidamente, para a eterna PS2, mas foi apenas com a PSP que a sua grande paixão pelos videojogos despertou, principalmente quando chorou que nem um bebé no final do Crisis Core Final Fantasy VII. Apesar de jogar (quase) de tudo um pouco, o seu coração bate um pouco mais rápido pelo género RPG, pois são jogos desse género que mais memórias lhe trazem.