Um dos lançamentos mais aguardados do ano, Borderlands 4 chegou ao Steam esta semana com mais de 175 mil jogadores em simultâneo. Mas, ao lado do sucesso inicial, também começaram a acumular-se avaliações negativas, com a maioria das queixas a apontar para a má otimização no PC. Um utilizador relata:
“No papel, Borderlands 4 parece deslumbrante. A iluminação, os reflexos e as transições de mundo sem ecrãs de carregamento proporcionados pela Unreal Engine 5 dão-lhe uma escala e um nível de detalhe que a série nunca teve. Mas no momento em que se começa a jogar, o brilho desvanece. Stutters, quebras de frames e carregamentos estranhos surgem constantemente. Até mesmo GPUs topo de gama, como a RTX 4080 e a 5080, têm dificuldades em manter os 60FPS em 4K com o DLSS ativo.”
Outros jogadores classificaram o desempenho como “terrível” e “digno apenas de um PC da NASA”, enquanto houve quem apontasse que até com placas gráficas topo de gama mal se atingem 60 fps com upscaling ativo. Outro utilizador, se até pontua positivamente o jogo observa:
“A otimização devia ser melhor, e o Denuvo tem de ser removido. Garantidamente que melhoraria o desempenho. Eu pessoalmente não tive nenhuma quebra nem crash.”
Muitos recomendam esperar por atualizações antes de comprar. São imensos os comentários do género “Borderlands 4 é mais uma vítima de UE5″, denotando que vários jogos que utilizam este motor gráfico sofrem do mesmo.
A Gearbox já respondeu a algumas críticas, partilhando links para guias de configuração em placas NVIDIA e instruções de resolução de problemas no PC. Apesar disso, o título mantém por agora uma classificação “mista” no Steam.
Nem tudo são más notícias: Borderlands 4 também recebeu bastantes críticas positivas e a análise da GameSpot atribuiu-lhe um 7/10 na versão PC, considerando-o “o Borderlands mais sólido em termos de mecânicas até à data” apesar das fortes críticas à performance.
O jogo está disponível para Xbox Series X|S, PlayStation 5 e PC, enquanto a versão para Switch 2 só chega a 3 de outubro.
Ainda nem sabia falar como deve ser e já passava horas em frente ao meu velhinho 386. Hoje, continuo o mesmo: um fervoroso apaixonado por videojogos e por tudo o que lhes diz respeito.
