Hell is Us chega à Switch 2 em outubro e há uma coisa que quero mesmo descobrir

Hell is Us, a aventura da Rogue Factor lançada em 2025 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, chega agora à Switch 2, a 8 de outubro. É uma versão que desperta uma curiosidade simples: até onde consegue esta port chegar perto das outras consolas?

O jogo coloca-nos na pele de Rémi, que regressa a Hadea, um país devastado por uma guerra civil e por uma misteriosa calamidade que deu origem a criaturas sobrenaturais. A proposta mistura acção, exploração e investigação, mas a sua imagem de marca é outra: não há mapa, bússola ou marcadores de missão. O jogo espera que observemos o mundo e descubramos o caminho por nós próprios, uma abordagem que foi um dos aspectos mais elogiados pela crítica, apesar de alguns apontarem falhas no combate, na variedade de inimigos e no ritmo. Hell is Us teve, de forma transversal, uma recepção positiva tanto da crítica como dos jogadores.

A versão Switch 2 estava inicialmente prevista para 24 de setembro, mas a Rogue Factor e a NACON decidiram adiá-la duas semanas devido a um calendário de lançamentos particularmente congestionado nesse mês. Não há garantias de que este tempo extra sirva para afinar a conversão a nível técnico, mas é difícil não ver o adiamento como uma boa notícia, sobretudo tratando-se de um jogo que foi desenhado a pensar em hardware mais potente que a Switch 2.

E é exactamente essa adaptação que mais me interessa. A Switch 2 continua a ter limitações face às outras consolas e PC, e Hell is Us não é um jogo pequeno ou visualmente minimalista, a sua atmosfera depende bastante da escala e do detalhe dos ambientes. Quero perceber que compromissos foram feitos, que qualidade visual e desempenho a versão consegue manter, e se continua a transmitir a mesma atmosfera que conquistou tantos jogadores no lançamento original.

Por enquanto, resta esperar por 8 de outubro para descobrir se a Switch 2 faz justiça a Hadea.